O senador Wellington Fagundes (PL) afirmou que está preparado para disputar o Palácio Paiaguás contra qualquer adversário nas eleições de outubro e declarou que não teme um cenário com múltiplas candidaturas.
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“Quem for o candidato agora, é natural: vamos pro embate. Quanto mais candidato tiver é melhor pro eleitor, que terá mais oportunidade de discutir e ouvir. Eu acho ótimo que tenham muitos candidatos”, disse, em entrevista ao programa Roda de Entrevista, da TV Cultura.
Ao comentar a aliança firmada com o governador Mauro Mendes (União) nas eleições de 2022, Wellington afirmou que o compromisso foi estabelecido para o período da atual gestão e indicou que o acordo pode ser revisto caso o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assuma o comando do Estado.
Pivetta é apontado como candidato à sucessão de Mendes e deve assumir o governo em abril, caso o atual chefe do Executivo renuncie para disputar uma das vagas ao Senado.
Segundo Wellington, o apoio firmado em 2022 esteve vinculado à gestão de Mauro Mendes. “Nosso compromisso foi da eleição passada até o dia que o Mauro for governador. Se ele resolver renunciar no dia 4 de abril, aí teremos outra conversa. Se resolver continuar até o final do ano, estaremos apoiando”, afirmou.
O senador também relembrou que, durante o último pleito, atuou para aproximar Mendes do ex-presidente Jair Bolsonaro e destacou o envio de emendas parlamentares ao Estado. “Nem o Mauro e nenhum prefeito podem dizer que o Wellington deixou de ajudar em qualquer coisa”, declarou.
Apesar das movimentações para 2026, Wellington tem evitado antecipar composições partidárias e afirma que, antes de discutir alianças, pretende “organizar o PL” em Mato Grosso.
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